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No Chão d'Água...

Ah, quem escreverá a história do que poderia ter sido? (Álvaro de Campos)

No Chão d'Água...

Ah, quem escreverá a história do que poderia ter sido? (Álvaro de Campos)

22.01.11

Deixa-me só...


  Deixa-me só...   Não atormentes o meu silêncio com palavras inúteis ou um sorriso macilento que traga consigo o odor a bafio e uma quase aspereza com sabor a castigo sem perdão!   Deixa que me embale no abandono duma viagem sem destino como se buscasse a pedra filosofal ou o elixir da eterna juventude ainda que as lágrimas caiam no âmago do mesmo silêncio bruto e doam como punhais tragando a carne em agonia!   Deixa-me só... A guardar os caminhos sem (...)
20.05.10

Deixa-me só...


  Deixa-me só...   Não atormentes o meu silêncio com palavras inúteis ou um sorriso macilento que traga consigo o odor a bafio e uma quase aspereza com sabor a castigo sem perdão!   Deixa que me embale no abandono duma viagem sem destino como se buscasse a pedra filosofal ou o elixir da eterna juventude ainda que as lágrimas caiam no âmago do mesmo silêncio bruto e doam como punhais tragando a carne em agonia!   Deixa-me só... A guardar os caminhos sem (...)
05.06.09

Voo suave


  Voo suave… Interlúdio de memória e sonho, Desabafo que alastra na clareira Dum passado vagaroso, Passos que marcam indeléveis Esboços de futuro, Sonoras gargalhadas que rasgam Barreiras de medo E libertam fantasmas sem nome E sem aura.   Dormente o olhar vagueia Em busca da outra margem Como se construísse a ponte que falta Para o beijo ou o abraço.   O que vem depois é a parte Que resta da sincopada cadência Da teimosa vontade de ir longe, Ainda que o tempo se esgote (...)