Terça-feira, 17 de Junho de 2014
A melhor maneira de amar, é amar


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publicado por Paulo César às 13:51
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010
Versejando - Texto II

 

Por amor te matarei…
Morrerei por amor?
O desassossego me fere e mata,
O desespero me cega e dói!

Quem disse – quem foi?
Que, imolado pela dor,
Se ganha o céu?

 

by PC, em 08.Set.2010


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publicado por Paulo César às 12:18
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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010
primeiro amor

 

ao sorriso junto

os teus olhos claros

e uma nuvem suspensa no azul

a jogar com o sol

envergonhado

ao esconde-esconde.

 

depois tomo-te a mão

e carregados dum sonho

sem mácula

seguimos rumo ao paraíso

nas asas rebeldes

duma andorinha negra

 

acendemos a fogueira

da paixão

junto aos plátanos

da beira rio

murmurando palavras

doces e comuns

 

fazemos caminhos novos

pelas rua velhas

onde plantamos beijos

e guardamos os segredos

mais secretos

sob as arcadas dos prédios

onde nos abrigamos do calor

ou da chuva

 

com os olhos nos olhos

dizemos adeus

implorando um minuto mais

um outro beijo

ou uma palavra gasta

de tão repetida

 

e mesmo quando ficamos em silêncio

o grito agrilhoado que se ergue

na convulsão da saudade

anunciada

é aquele ridiculo

AMO-TE

 

que nenhum dicionário tem

palavras novas

que possam querer dizer

amo-te.

 

by Paulo César, em 15.Abr.2010, pelas 22h00


sinto-me: saudoso
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publicado por Paulo César às 21:52
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Terça-feira, 21 de Abril de 2009
Desafio...

Que fazes com o sonho

Pendurado

Do lado de fora de ti?

 

No acaso dos dias sonolentos,

Levanta ferro e vai

Livre, como só são livres

As gaivotas audazes

E mergulha a pique, liberta,

Na espuma caudalosa dos dias

Até que tudo seja tão claro

Que te cegues de tanta luz!

 

Não importam núvens ou tempestades!

Basta que espalhes o sonho

De lés a lés, ao largo,

Como um tapete,

Como um manto,

Como um areal sem fim,

E por ele vás onde te levar

A esperança, a determinação

E o desalmado amor!

 

Mesmo quando o AMOR faz doer!

E apesar da dor!

 

by Paulo César, em 21.Abr.09, pelas 19h30

Para ti Kaisy; tu sabes porquê...


sinto-me:
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publicado por Paulo César às 19:36
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Terça-feira, 10 de Junho de 2008
Se

 

Se for amor

será suave e arrebatador,

será luminoso e incandescente,

será forte e audaz,

será generoso e terno,

será harmonioso e incapaz

de provocar dor.


 

Se outro for

o seu lema ou perfil

há-de ser sentimento

de amizade ou bem querer,

mas não lhe chamem amor!

  

 by Paulo César, em 08.Junho.2008, pelas 16h35


sinto-me: enlevado
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publicado por Paulo César às 16:23
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Domingo, 15 de Abril de 2007
Elegia para um corpo nu



O teu colo sabe-me a água fresca
como se tu fosses a fonte
secreta
que mata  a minha sede!

Nos teus olhos vejo
todo o futuro por acontecer
como se neles florescesse
o tempo e o espaço!

Pelas tuas mãos vou
onde me levar a fantasia
para descobrir caminhos novos
no outro lado de mim!

Dos teus lábios escorre
a fragância do alecrim
quando os teus beijos encontram
os meus na entrega sem tréguas!

No teu corpo todo,
liberto e incandescente,
encontro a paz e o desassossego
e vivo intensamente cada minuto!

Onde for quero que venhas!
Jamais darei à saudade a primazia
porque é do teu corpo nu
que explode a força que me alimenta!

by Paulo César, em 15.Abril.07, pelas 17h30

sinto-me: i love you
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publicado por Paulo César às 17:31
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Domingo, 25 de Fevereiro de 2007
Ganhos e perdas



O ganho de perder-te

é saber que não te perco,
porque perder-te
é perder a memória,
é esquecer o passado,
é enterrar o que fomos
um dia, uma hora, um minuto,
o que tenha sido,
fugaz e louco,
ou simplesmente
indizível.

Perder-te
significa perder-me,
abalar de mim em busca
de outro eu, outro ser,
outro homem novo no velho
que sou
e tomar um rumo, um norte,
um caminho impossível
de cruzar-se comigo, este,
e contigo, essa,
que um dia se cruzou
no ponto certo da vida
onde ocorrem encontros
impossíveis
de esquecer.

Perder-te é tão difícil
como amar-te...

E eu sei que dificilmente
vou deixar de te amar!


by Paulo César, em 25.Fev.2007, pelas 17h40

sinto-me:
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publicado por Paulo César às 17:31
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