Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010
Versejando - Texto II

 

Por amor te matarei…
Morrerei por amor?
O desassossego me fere e mata,
O desespero me cega e dói!

Quem disse – quem foi?
Que, imolado pela dor,
Se ganha o céu?

 

by PC, em 08.Set.2010


Palavras chave: , , , ,

publicado por Paulo César às 12:18
link do post | comentar | Adicionar às escolhas
|

Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
Que dor é esta

 
Que dor é esta que te dói
Mesmo quando não a sentes

E te amofina nos dias solarengos

Quando devias estar feliz

Contemplando o azul e sentindo

A aragem beijar-te a face silenciosa?


Que estranho poder tem essa garra

Que se entranha no teu corpo todo

E te obriga a ceder quando só desejas

Ir por aí ao acaso dos passos perdidos

A indagar os sons e os cheiros

Como se fosses alquimista ou génio?


Porque estranhas maneiras

Se aninha em ti essa quase intrusa

Deixando-te prostrado e amorfo

Incerto quanto ao futuro e dependente

Duma vontade que não é a tua

Mas se sobrepõe e se impõe?


Onde perdeste o teu sorriso?

A tua coragem, onde te abandonou?

Que é feito do teu olhar sereno e luminoso?


Porque morres por dentro de ti

No abandono do tempo e da espera

Se há futuro em cada pingo de chuva,

Em cada sopro de aragem,

Em cada raio fugidio de luz,

Em cada madrugada parida

Do ventre duma qualquer noite

Tenebrosa?


Levanta-te!

Suga a vida de cada momento único

De cada ocasião banal
De cada local improvável

E aventura-te nas asas do sonho

Até atingires o outro lado do conceito.

Liberta-te
E ainda que sintas dor

Atende apenas à tua vontade de vencer

E vencerás.


Sempre! Sempre!

Porque a vitória é algo que nasce

Da indomável vontade de vencer!

 

by Paulo César, em 02.Jul.2008, pelas 19h00


Palavras chave: , , ,

publicado por Paulo César às 20:16
link do post | comentar | ver comentários (1) | Adicionar às escolhas
|

Terça-feira, 3 de Junho de 2008
Soneto para a Morte que veio

 

 

Carrega-me nas tuas asas de subir ao Além!
Não partas ainda, que também quero ir…
Sê a cicerone e apresenta-me a quem
Me possa mostrar todo o porvir.
 
Mostra-me, anfitriã, o outro lado da vida
E os secretos jardins onde a paz é eterna
E a luz incendeia o espaço sem medida
Onde as almas são emanações de luzerna.
 
Onde e quando fores quero ir contigo
Chama-me por favor não me deixes só
Entre o sono e o sonho duma espera infinda.
 
Não me abandones qual louco ou mendigo
À beira dos caminhos a esmolar o dó
De quantos ficarem a esperar ainda!

  

 

by Paulo César, em 03.Junho.2008, pelas 13h30

 


sinto-me: pesaroso
Palavras chave: , ,

publicado por Paulo César às 19:27
link do post | comentar | Adicionar às escolhas
|

Sábado, 31 de Março de 2007
Definição de dor...



Definitivamente a dor

doi,
moi,
dilacera,
esmaga,
constrange,
apoquenta.

Definitivamente a dor
avassala,
trespassa,
reduz,
desanima,
anula,
trama.

Definitivamente a dor
é
o busilis,
a questão,
o tema,
o assunto,
o motivo.



Definitivamente a dor é...
O quê?


by Paulo César, em 31.Mar.2007, pelas 17h00

sinto-me: dorido
Palavras chave: , ,

publicado por Paulo César às 17:06
link do post | comentar | Adicionar às escolhas
|

Janeiro 2016
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
18
19
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31


Sobre mim
Pesquisar neste blog
 
Posts recentes

Versejando - Texto II

Que dor é esta

Soneto para a Morte que v...

Definição de dor...

Arquivos
Palavras chave

25 abril(3)

alegria(5)

amizade(4)

amor(32)

Análise(3)

angustia(3)

asas(5)

busca(14)

desejo(5)

dor(4)

esperança(9)

eu(5)

futuro(6)

gratidão(10)

grito(5)

homem(4)

interrogação(4)

introspecção(8)

liberdade(11)

luta(3)

luz(4)

memória(7)

morte(5)

murmúrio(6)

natal(3)

natureza(4)

olhar(3)

paixão(7)

palavras(10)

passado(3)

paz(4)

poema(5)

poemas(35)

poesia(148)

saudade(17)

sentimentos(3)

silêncio(10)

sonho(21)

terra(4)

vida(5)

todas as tags

Ligações
Participar

Participe neste blog

Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds