Sábado, 23 de Setembro de 2006
Ah, quem escreverá a história do que poderia ter sido...


Deambulo pelo tempo redondo,

Curvilíneo,

Empalmado entre o presente e o futuro,

Agozinando o desprazer

De ser um entre tantos

Em busca de mim mesmo.

 

Viajo rotas sem azimute,

Espraiando no horizonte

Ideias vagas, no torvelinho

Da espuma que a maré

Deixa ao abandono do sol pôr.

 

Gaivotas vão, núvens entre núvens,

No céu lento,

E cruzam-se com aviões de carreira

Que deixam riscos de fumo branco

Como sinal e prova...

 

Um silvo agudo e sibilino

Irrompe e fulmina

A distância...

Um navio voga distraido

No oceano raso da minha imaginação...

Ah, quem escreverá a história do que poderia ter sido...

 

by Paulo César, em 18.Set.2006, 19h00


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publicado por Paulo César às 02:07
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