Sexta-feira, 22 de Setembro de 2006
Voo sem retorno

 

A lonjura espraia-se pelo horizonte

Pelas terras alagadiças do além sonhado

Um pássaro de fogo sobrevoa a memória

Adejando solitário no tempo quebrado...

 

Nos longes da saudade

Um silvo distende-se no côncavo

Da silhueta abandonada

Um trinado reverbera no silêncio que incendeia

E algures um uivo rasga a pele

Gretada e dormente.

 

 

O pássaro voou... fugiu!

O tempo irresistível elevou-se,

Evolui no ar qual labareda,

E ficou velho a cada novo minuto.

 

Corpos aládos voam!

Pelo menos o sonho tem asas...

 

By Paulo César, 21.Set.2006

 


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publicado por Paulo César às 05:36
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