Quinta-feira, 14 de Setembro de 2006
A l e g r i a

Doce, como o mais doce dos doces,
Planta em mim a doçura do mel,
E faz que eu seja do gosto do morango
E rubro como a papoila do campo
Que o vento embala com doçura.



Senta-te a meu lado...
Olha o azul do céu, a lua cheia...
Sente a brisa que sopra nos ramos...
E absorve o odor da terra quente!

Liberta-te de ti mesmo e mergulha
No mais fundo das coisas pequenas,
Das pequenas coisas que estão por aí
E que ninguém vê...



Sorri à vida que te rodeia!
Abraça as pessoas que não conheces!
Beija os miúdos que não são teus!
Leva pela mão o velho que não é teu pai,
Nem teu amigo, nem teu vizinho,
E ama-o como se essa fosse
A forma de ser eterno!

Se acordares entretanto, grava o sonho
Na tua memória de gente sábia
E sê feliz à maneira dos que são!

A alegria  começa no momento
Em que, olhando ao teu redor,
Sintas que deves dizer:
OBRIGADO!

by Paulo César, em 14.Set.2006, 22h40

Palavras chave:

publicado por Paulo César às 22:24
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