Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011
Assombros de quem se busca

 

Fonte: Google

 

 

A ressonância vocifera no meu peito!

Grito o tempo e o modo

Expludo

Alcanço longe a distância e o eco

Desfaz-se na vastidão

Aluvião de cheia que se espraia,

Cambraia

Que adorna o corpo nu…

 

Onde vou levo a mensagem…

O labéu me acompanha!

Tamanha é a dor

Que no estertor da hora finita

Aquele que grita

Não grita

Recita o hino dos que nada podem

E explodem

Na vã glória de serem, um dia,

Manhã clara, lusco-fusco, magia

E um pouco mais que nada.

 

A fada que me fadou,

Morreu!

Quem sou eu?

 

 

Em 18.out.2011, pelas 11h10

PC


Palavras chave: , ,

publicado por Paulo César às 15:29
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1 comentário:
De Silvia Mendonça a 17 de Dezembro de 2011 às 19:16
PC, passei para ver os teus trabalhos e deixar um beijo carinhoso e amigo. Aqui tem muito a ser vis/lido. Agora que também tenho blog, espero que possamos interagir melhor, até mesmo literariamente.
Um grande abraço, meu irmão.
Fica com Deus!
Silvia Mendonça


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