Quarta-feira, 3 de Agosto de 2011
O saber-me...

O lugar (fonte: Google)

 

 

Tão pouco sei

E o que sei é tanto

Que, no desencanto

De viver,

Nas horas aturdidas

Me encanto

Por sentir que sei

Da vida mil vidas

E do tempo o quanto

Me basta saber.

 

E se outro tanto soubesse

Nada saberia

De mais!

Só me entristece

A alegria

Dos que vivem brutais

Redondos e sincréticos

Num casulo de casmurrice

A desenhar a mesmice

Dos heréticos.

 

Sobe o sol no alto azul

E sucessivamente assim

Rola a vida, o tempo, a lei…

Olho a norte, rodo a sul

E quando dou conta de mim

Parece até que sonhei!

 

E bem sei!

Ah, como sei…

Amei!

Sempre amarei!

 

A vida, a urbe, a grei

E o que querendo descrever

Não sei

Falar! Sei apenas viver!

 

 

Em 29.Jul.2011, pelas 11h40

PC


Palavras chave: , , ,

publicado por Paulo César às 01:28
link do post | comentar | Adicionar às escolhas
|

1 comentário:
De MetalCreep a 9 de Novembro de 2011 às 09:42
Gostei


Comentar post

Setembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30


Sobre mim
Pesquisar neste blog
 
Posts recentes

A morte verdadeira

O NATAL POSSÍVEL

N A D A

A melhor maneira de amar,...

Amor platónico

Do alto da minha janela

Só por amor

As minhas asas

Alter ego

Talvez...

Arquivos
Palavras chave

25 abril(3)

alegria(5)

amizade(4)

amor(32)

Análise(3)

angustia(3)

asas(5)

busca(14)

desejo(5)

dor(4)

esperança(9)

eu(5)

futuro(6)

gratidão(10)

grito(5)

homem(4)

interrogação(4)

introspecção(8)

liberdade(11)

luta(3)

luz(4)

memória(7)

morte(5)

murmúrio(6)

natal(3)

natureza(4)

olhar(3)

paixão(7)

palavras(10)

passado(3)

paz(4)

poema(5)

poemas(35)

poesia(148)

saudade(17)

sentimentos(3)

silêncio(10)

sonho(21)

terra(4)

vida(5)

todas as tags

Ligações
Participar

Participe neste blog

Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds