Domingo, 5 de Dezembro de 2010
Demencial

Tela da autoria de "Kandinski" (Imagem obtida na net)

 

Não te sei e canso de indagar…

Rasgo o véu e alcanço o devir

numa quietude doentia

a que me agarro na queda!


Destruo a inércia e assumo

que nada posso…

Esvazio o que farei ainda,

para sucumbir antes de ser

a folha amarelecida que cairá sofrida

no esquecimento chão!


Morro na ausência do ser

outro ou nada!

Nego linhas, augúrios e presságios

que se erguem do caos

erigindo amnésias

e submundos…


Tudo é tão cru de sons

que resvala para o insípido,

como se apenas restasse todo o tempo

na forma de um memorial!

O infinito toca-me

como se fora uma super nova!


by PC, em 23.Nov.2010


Palavras chave: , ,

publicado por Paulo César às 04:42
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