Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010
Po.Ética - Segundo

 

Que sensações sentirão as andorinhas

Quando voam rasando a terra em acrobacias de risco e vertigem?

 

Que sentirão as gaivotas quando caiem ferozes

Sobre a presa e tocam as ondas em giros de carrossel?

 

Que prazer, que odor, que gozo subirá da terra

Quando uma ave qualquer abre as asas

E se espraia pairando nas alturas,

Admirando os rios, os bosques, os caminhos

E os seres superiores que caminham nos seus passinhos

À procura do futuro?

 

Há-de ser fabulosa a excitação

De ter umas asas e subir ao céu

E de lá gritar à multidão:

- Aqui estou eu…

 

Depois olhar ao redor e sentir:

- O mundo é meu!

 

Em 17.Mar.1983

PC


Palavras chave: , , , ,

publicado por Paulo César às 22:20
link do post | comentar | Adicionar às escolhas
|

Setembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30


Sobre mim
Pesquisar neste blog
 
Posts recentes

A morte verdadeira

O NATAL POSSÍVEL

N A D A

A melhor maneira de amar,...

Amor platónico

Do alto da minha janela

Só por amor

As minhas asas

Alter ego

Talvez...

Arquivos
Palavras chave

25 abril(3)

alegria(5)

amizade(4)

amor(32)

Análise(3)

angustia(3)

asas(5)

busca(14)

desejo(5)

dor(4)

esperança(9)

eu(5)

futuro(6)

gratidão(10)

grito(5)

homem(4)

interrogação(4)

introspecção(8)

liberdade(11)

luta(3)

luz(4)

memória(7)

morte(5)

murmúrio(6)

natal(3)

natureza(4)

olhar(3)

paixão(7)

palavras(10)

passado(3)

paz(4)

poema(5)

poemas(35)

poesia(148)

saudade(17)

sentimentos(3)

silêncio(10)

sonho(21)

terra(4)

vida(5)

todas as tags

Ligações
Participar

Participe neste blog

Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds