Quarta-feira, 14 de Abril de 2010
Poema deslumbrado

 

Desfaleço nos braços da noite

e adormeço no colo do luar

como se a poesia fosse

ainda

o lençol de linho

que minha avó punha a corar

ao sol do meio dia.

 

Que sei de palavras

tão cheias de odores

como as rosas nascidas

do ventre da terra

ou as papoilas rubras

sacudidas pelo vento?

 

Deixem-me dormir mansamente

até que a manhã me acorde...

Talvez assim eu possa sentir

o odor da madrugada

e morrer de amor pelas gotas de orvalho!

 

Em 14.Abril.2010, pelas 18h15

PC


Palavras chave: , ,

publicado por Paulo César às 18:24
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