Quarta-feira, 14 de Abril de 2010
Avô

 

No plano das águas

deposito o silêncio

transcendente,

descosendo das palavras

os nós que agrilhoam

as emoções

para me unir à mágica luz

reminiscente

do teu olhar

feito de memória viva

e saudade,

que implode no meu coração

até às lágrimas.

 

Quando foste,

ficaste mais autêntico

dentro do meu sonho

de quase menino

e hoje és ainda a realidade

imanente

dos meus dias

futuros.

 

Quando nos (re)encontrarmos

vou dizer,

num abraço imenso

o quanto te amo!

 

À memória e em memória do meu avô MAD, sonhador como eu e tão mais digno, recto e vertical.

Em 13.Abr.2010, pelas 10h40

PC


Palavras chave: , , ,

publicado por Paulo César às 17:05
link do post | comentar | Adicionar às escolhas
|

Janeiro 2016
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
18
19
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31


Sobre mim
Pesquisar neste blog
 
Posts recentes

O NATAL POSSÍVEL

N A D A

A melhor maneira de amar,...

Amor platónico

Do alto da minha janela

Só por amor

As minhas asas

Alter ego

Talvez...

Auto-dissecação

Arquivos
Palavras chave

25 abril(3)

alegria(5)

amizade(4)

amor(32)

Análise(3)

angustia(3)

asas(5)

busca(14)

desejo(5)

dor(4)

esperança(9)

eu(5)

futuro(6)

gratidão(10)

grito(5)

homem(4)

interrogação(4)

introspecção(8)

liberdade(11)

luta(3)

luz(4)

memória(7)

morte(5)

murmúrio(6)

natal(3)

natureza(4)

olhar(3)

paixão(7)

palavras(10)

passado(3)

paz(4)

poema(5)

poemas(35)

poesia(148)

saudade(17)

sentimentos(3)

silêncio(10)

sonho(21)

terra(4)

vida(5)

todas as tags

Ligações
Participar

Participe neste blog

Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds