Sábado, 28 de Novembro de 2009
Olhar de pedra


Violáceo olhar de pedra

enxergando a distância dum adeus

em ti o sorriso nunca medra

tu só conheces a frieza dos breus!


Nenhum trinado te faz ceder

à beleza do passaredo que voeja

que esse olhar não sabe ver

para além da solidão que de ti goteja.


Os prados verdes e serenos

os montes erectos e altivos

os bosques rudes e vivazes


nada é antidoto para os venenos

que alimentam teus olhos mortos-vivos

num corpo de medos tão mordazes.

 


by Paulo César, em 28.Nov.2009, pelas 09h45

 


sinto-me: prescrutador
Palavras chave: , ,

publicado por Paulo César às 14:59
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