Sexta-feira, 19 de Maio de 2006
No chão d'água...

O plano subversivo...

O espanto do tempo inquieto...
O acaso na esquina cortante...
Algures o sonho
Plantado no socalco da espera...
E além, muito além, a estridência
Dum grito.

A seta dispara o medo,
Arranca a sonolência,
Espanta a indiferença
E mata.

Mata como matam
As armas que matam,
Nos campos minados
Da morte que mata,
Sem regra ou lógica.



No chão d'água
Dilui-se a pressa
E congemina-se a certeza
Da travessia.

Avançam os destemidos
Com olhos marejados;
O tempo chegou ao fim,
A viagem vai começar!

by Paulo César, em 19.Mai.2006

sinto-me: Fervilhante
Palavras chave: , ,

publicado por Paulo César às 02:06
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