Segunda-feira, 8 de Junho de 2009
Efémera eternidade

 

No dorso das vagas
Cavalgo o destino
E no tropel dos dias
Desafio o amanhã
Projectando nas praças largas
A intrepidez anedótica
Que nasce do inconformismo
E da demência.
 
Quem passa não escuta,
Não vê,
Sequer pressente…
 
E os pássaros que voam
A preencher a latitude longitudinal
Do tempo e do espaço
São as testemunhas involuntárias
Do propósito que desenhei
A traço largo
- rudimentar esboço
de luz e trevas:
 
- Ser eterno enquanto (a memória) durar!
  
by Paulo César, em 07.Jun.2009, pelas 17h40

Palavras chave: ,

publicado por Paulo César às 17:04
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