Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
...

 

A marca dos teus dedos
Percorre o torvelinho da minha pele…
Que planaltos se erguem
Depois da concavidade do teu colo?
 
Acaso o teu olhar é o espelho
Das sombras fantasmáticas
Que circundam as raias
Do meu medo e da minha angústia?
 
Clamoroso é o grito que abafo,
Enquanto finjo uma calma sem abrigo,
Que vagabundeia pelas avenidas largas
Do desassossego sem tamanho.
 
O que calo quando me calo
Não é segredo ou intimidade,
É o arrepio que explode
Na redonda macieza do teu toque
Quase satânico,
Quase deificante!
 
 
by Paulo César, em 28.Julho.2008, pelas 23h30

sinto-me: pensativo
Palavras chave: , , ,

publicado por Paulo César às 09:58
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