Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008
Quase...

 

 

Quase...

Um momento apenas,

um silêncio, um aceno,

um suspiro solto sem amarras,

um esgar silencioso,

quase um grito!

 

Quase...

um sorriso travestido,

um beijo, um abraço,

um murmurado adeus,

um dorido acenar,

quase um grito!

 

Quase...

Quase tudo!

E tanto por dizer...

E tanto por mostrar...

E tanto tempo que doi,

e tanta distância que mata!

 

Quase...

É esboço do que podia ter sido,

e jamais será o que quisemos que fosse!

Quase será sempre pedaço,

parte, quinhão, fatia,

mas nunca será

o todo que entrevi na imagem que

irradiou de ti!

 

Por um momento

magicamente perene

de tão indefinível!

 

by Paulo César, em 17.Nov.08, pelas 19h30

 

 



publicado por Paulo César às 19:36
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