Terça-feira, 3 de Junho de 2008
Soneto para a Morte que veio

 

 

Carrega-me nas tuas asas de subir ao Além!
Não partas ainda, que também quero ir…
Sê a cicerone e apresenta-me a quem
Me possa mostrar todo o porvir.
 
Mostra-me, anfitriã, o outro lado da vida
E os secretos jardins onde a paz é eterna
E a luz incendeia o espaço sem medida
Onde as almas são emanações de luzerna.
 
Onde e quando fores quero ir contigo
Chama-me por favor não me deixes só
Entre o sono e o sonho duma espera infinda.
 
Não me abandones qual louco ou mendigo
À beira dos caminhos a esmolar o dó
De quantos ficarem a esperar ainda!

  

 

by Paulo César, em 03.Junho.2008, pelas 13h30

 


sinto-me: pesaroso
Palavras chave: , ,

publicado por Paulo César às 19:27
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