Domingo, 25 de Maio de 2008
Saudade

 

 

Cavalos aládos

Entram sem aviso,

Relincham nos meus sentidos

Murmúrios de espavento

E atapetam de cores garridas

Os prados da minha

Memória.

 

Beijos que demos

Em cantos escondidos,

Sofridos de tão doces,

Amargos de tão intensos,

Crescem espontâneos

Aos olhos mortiços da minha alma,

No clic intemporal

Da recordação!

 

Sinto-me lá

Presente e ledo

A esperar por ti…

 

Bate que bate coração,

Cavalo aládo

Que o sonho anima

E o dia se fará de novo,

Presente que foi,

Futuro que será.

 

Será???

 

 

by Paulo Césr, em 15.Out.2005, pelas 22h35 – Twin Towers


sinto-me:
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publicado por Paulo César às 16:29
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