Domingo, 25 de Maio de 2008
Translúcido raio

 

 

Translúcido raio reflectido

Na lágrima vertida.

Angústia que embala as mãos

Que afagam.

Dormente o silêncio nos poros

Do medo.

Desejo incontido, fechado

No gheto

Do sentimento,

Ao abandono!

 

Pesam as pálpebras na hora

Do adeus.

E o lenço branco

Adeja na luz,

Qual andorinha negra

Que tange o infinito.

 

Os tambores rufam batuques

De êxtases.

 

Em busca do tempo,

Sombra e reflexo me torno,

Domando o impulso,

Exponho a memória.

 

 

by Paulo César, em 08.Nov.2005. pelas 10h40 – Twin Towers

 


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publicado por Paulo César às 16:14
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