Terça-feira, 26 de Junho de 2007
Quando

 

Quando amar for só amar-te
já não te amarei...
Estarei entretido a desfiar
memórias
e a contar o tempo que passámos juntos
como se entoasse uma lengalenga
de encadeadas palavras,
gestos, momentos e vivências.

Amar é
ser capaz de achar
uma cor mais no arco-iris;
uma estrela mais na via-láctea,
uma nova forma de ser poeta
e rimar com amor
aurora e por-do-sol,
lua-cheia e beira mar,
campo agreste e sol a pino,
brisa fresca e cheiro a fruta.

Amar é
estar vivo
e desejar viver
mesmo quando a morte
toca à porta e fica de atalaia!

Amar é...
Eternidade!

by Paulo César, em 26.Jun.2007, pelas 22h30


publicado por Paulo César às 22:21
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1 comentário:
De alexandra a 10 de Abril de 2008 às 18:43
Estou completamente apaixonada pela tua poesia, entrei aqui por acaso, e em boa hora o fiz...
Comentei neste poema, como poderia ter comentado em qualquer outro, porque são maioritariamente maravilhosos...


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