Terça-feira, 6 de Março de 2007
Quase sussurro...




À porta do amor perco

a esperança...

Deambulo sem destino

como naufrago...

Vou por onde me levam

os sonhos idos,

bandidos que assaltaram

o meu ego!

No chão frio espreguiço

ideias

vagas como vagas

que rumorejam

no lastro do areal,

quando a maré se espraia

até que o crepusculo chegue.

Nos lábios sinto o doce

que já foi...

o coração estremece

e não desiste...

há no silêncio a voz

do teu adeus

e as palavras que

inteiras se tornaram

hinos dum amor indomavel

que o tempo mata,

porque tudo morre!

 

by Paulo César, 06.Mar.2007, pelas 20h00

 


Palavras chave: ,

publicado por Paulo César às 19:56
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